terça-feira, 28 de julho de 2020

COMO PLANTAR - 5 temperos simples de plantar para você começar a sua horta na quarentena

Como plantar coentro (Foto: Getty images)
(Foto: Getty images)

O confinamento devido à pandemia de coronavírus fez com que a maioria da população tivesse que se adaptar a uma nova rotina dentro de casa.
Diante da redução nas idas ao mercado e às feiras, Globo Rural preparou uma lista de temperos de fácil cultivo que são ideais para pequenos espaços, como vasos e caixotes em casa ou no apartamento.
As sugestões vão desde manjericão, ingrediente muito consumido em pizzas, até coentro, usado em saladas e pratos salgados, e que pode ser colhido em até 30 dias. Confira:
Coentro
Tempero típico da culinária regional do Norte e Nordeste, as folhas do coentro são muito usadas em saladas e pratos salgados, além dos frutos secos realçarem carnes, doces, picles e licores. A produção doméstica pode ser feita em um pequeno canteiro, com a colheita iniciada após cerca de 30 dias. Aprenda a plantar clicando aqui.
Como plantar coentro (Foto: Getty images)
manjericao-manjericão (Foto: Pixabay/Jackmac34/Creative Commons)
(Foto: Pixabay/Jackmac34/Creative Commons)
Salvar
Pimenta-do-reino
Uma pitada de pimenta-do-reino pode transformar o sabor de um prato, realçando seus sabores e aplicando uma certa ardência à receita. Pode ser plantada em pequenos espaços, mas com a ajuda de um tutor. Para aprender a plantar, clique aqui.
Pimenta-do-reino (Foto: Thinkstock)
Pimenta-do-reino (Foto: Thinkstock)
Salsinha
De uso diário para incrementar o tempero de receitas culinárias, as folhas miúdas e aromáticas da salsinha são um diferencial nos mais diversos pratos e também são utilizadas pelos seus efeitos medicinais. Pode ser plantada o ano todo em canteiros de hortas e em vasos, inclusive decorando janelas. Aprenda a plantar clicando aqui.
Como Plantar Salsinha (Foto:  Thinkstock)
(Foto: Thinkstock)

Agropecuária tem o melhor desempenho em geração de empregos no ano

agricultura-familiar (Foto: MDA/Divulgação)
Agricultura foi exceção entre os principais setores da economia, com saldo positivo de empregos formais (Foto: MDA/Divulgação)

Setor encerrou o primeiro semestre com saldo positivo de 62 mil vagas

REDAÇÃO GLOBO RURAL
A agropecuária brasileira encerrou o primeiro semestre do ano com a geração de 62.633 empregos com carteira assinada. O número integra o mercado de trabalho nas áreas de agricultura, pecuária, produção florestal e pesca e aquicultura.
Entre janeiro e junho deste ano, foram 437.999 admissões e 375.366 demissões, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.
Foi o melhor desempenho na primeira metade do ano entre todos os setores da economia, em meio ao cenário de retração provocado pela pandemia de coronavírus. Quem perdeu mais empregos formais no primeiro semestre foi o segmento de serviços, com 3.034.508 contratações, 3.542.216 demissões e saldo negativo de 507.708.
Depois, aparecem comércio, com -474.511 vagas (1.459.818 contratações e 1.934.329 demissões), indústria geral, com -246.593 (1.093.371 admissões e 1.339.964 dispensas) e construção, com -32.092 (692.580 contratados e 724.672 demitidos).
Entre os segmentos que compõem cada setor analisado pelo Ministério da Economia, alguns tiveram destaques positivos. Agrupada em serviços, a administração pública registrou saldo positivo de 70.293 vagas. No mesmo grupo, os serviços domésticos tiveram cinco contratações a mais que demissões. E no setor de indústria, o segmento estrativista resgitrou saldo positivo de 633 vagas.
No agregado de todos os setores da economia contabilizados pelo Caged, o Brasil encerrou o primeiro semestre com perda de 1.198.363 vagas com carteira assinada. Ao todo, foram 6.178.276 de contratações e 7.916.639 de demissões.

Resultado de junho

Considerando só o mês de junho, a agropecuária também foi o setor que mais gerou empregos formais no Brasil. Foram 36.836 vagas (83.241 contratações e 46.405 demissões). O mês passado foi o melhor no mercado de trabalho no setor neste ano, seguido por janeiro (16.666 vagas), maio (15.995) e fevereiro (5.524). Já em março (-7.171) e abril (-5.217), houve mais demissões do que contratações na agropecuária brasileira.
“A agropecuária foi o setor com o melhor desempenho, com a abertura de 36.836 novas vagas, seguido pela construção civil que registrou um saldo positivo de 17.270 postos de trabalho. Comércio e serviços registram saldos negativos com o fechamento de 16.646 e 44.891 vagas, respectivamente”, diz o comunicado do Ministério da Economia.
No resultado geral do mês passado, considerando todos os setores da economia contabilizados pelo Caged, o Brasil perdeu 10.984 postos de trabalho com carteira assinada. Ainda assim, de acordo com o governo, o número indica uma melhora do mercado de trabalho, já que as admissões foram 24% maiores e as demissões 16% menores quando comparados com o registrado em maio, quando o saldo negativo tinha sido de 350.303 empregos.

Argentinos dizem que ainda há 50 milhões de gafanhotos perto da fronteira com o Brasil

Gafanhotos (Foto: Senasa/Divulgação)

Gafanhotos (Foto: Senasa/Divulgação)
ESTADÃO CONTEÚDO
Autoridades afirmam, entretanto, que 87% da nuvem foi eliminada com pulverizações de inseticidas desde a semana passada.
Apesar do avanço no combate à nuvem de gafanhotos mais próxima do Brasil, o Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) estima que ainda restem 50 milhões de insetos na cidade de Federación, na província de Entre Rios, a cerca de 90 quilômetros de Barra do Quaraí (RS).
As autoridades argentinas calculam que 87% da nuvem foi eliminada com pulverizações aéreas e terrestres de inseticidas realizadas na quinta-feira (23/7), no sábado (25/7) e na segunda (27/7). Apesar das baixas temperaturas e da chuva limitarem a movimentação dos gafanhotos, fiscais agropecuários do Rio Grande do Sul mantêm o estado de alerta.
Os insetos remanescentes estão estacionados em copas de eucaliptos e laranjeiras, disse o Senasa. Técnicos da entidade preveem eliminar o aglomerado restante até o fim desta semana com novas aplicações de inseticidas.
"O objetivo principal era romper a nuvem e não permitir a junção novamente, o que não aconteceu até o momento. Durante o dia de ontem (segunda-feira), foram detectados gafanhotos vivos, a maioria isolados, mas as ações em campo continuam nos próximos dias", afirmou o coordenador do Programa de Controle de Gafanhotos e Tucuras do Senasa, Héctor Medina, em nota divulgada para a imprensa.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

PROJETO DE SOCORRO A AGRICULTORES FAMILIARES É APROVADO PELA CÂMARA DOS DEPUTADOS

Imagem: Reprodução
 por 

Texto ainda será avaliado pelos senadores; PL inclui grupo entre os beneficiários do auxílio emergencial e suspende dívidas, entre outras medidas
A Câmara dos Deputados aprovou na última segunda-feira (20) uma série de medidas emergenciais que visam ajudar agricultores familiares impactados pela crise econômica em decorrência da pandemia da Covid-19. O Projeto de Lei 735/20 — de autoria do deputado Enio Verri (PT-PR) e de outros parlamentares — amplia o acesso ao auxílio emergencial e prorroga o prazo para pagamento de dívidas, por exemplo. O texto aprovado segue para análise do Senado.
Auxílio
De acordo com o PL, o agricultor familiar que não recebeu o auxílio emergencial do Governo Federal vai poder receber R$ 3 mil em cinco parcelas de R$ 600. No caso da mulher ser a única provedora da família, o valor sobe para R$ 6 mil. Originalmente, o benefício financeiro pago pela Caixa Econômica Federal era destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, também como forma de minimizar os impactos econômicos por causa da pandemia do novo coronavírus.
Para ter acesso ao benefício, o agricultor familiar não pode ter emprego formal, nem receber benefício previdenciário, exceto o Bolsa Família ou seguro-desemprego de defeso. Além disso, a renda da família mensal por pessoa não pode ultrapassar R$ 522,50 ou R$ 3.135 no caso da soma dos rendimentos de todos os indivíduos da casa.
O pagamento desse auxílio, caso a lei seja aprovada, seria feito pelos bancos federais por meio de uma poupança digital em moldes semelhantes ao que já ocorre com o auxílio emergencial. No caso de pessoas que não tenham acesso à tecnologia, o saque vai poder ocorrer nas agências bancárias por meio de CPF e RG.
O acesso ao benefício ainda depende da pessoa estar cadastrada no CadÚnico do governo. Nos casos em que o potencial beneficiário não fizer parte do registro, deverá se cadastrar por meio de uma plataforma digital a ser disponibilizada por entidade credenciada na Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater).
Por: Brasil 61

segunda-feira, 20 de julho de 2020

PRESIDENTE DO STRAF DE NOVA CRUZ/RN, EDMILSON GOMES (NEGÃO), DANDO PLANTÃO HOJE (20) SINDICATO

 Presidente do STRAF de Nova Cruz/RN, EDMILSON GOMES DA SILVA (NEGÃO) de PLANTÃO hoje (20) no sindicato.

Hoje (20) o presidente do STRAF - NOVA CRUZ/RN, Edmilson Gomes da Silva (Negão) dando PLANTÃO no STRAF durante a PANDEMIA!

Dezenas de associados estiveram presentes, claro respeitando o distanciamento, conforme as orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde) e da Secretaria Estadual de Saúde.Uns para o atendimento odontológico e outros para tratar de assuntos emergenciais. Como aposentadoria, orientação jurídica com a Drª Júlia Gomes.

Um sindicato forte se faz com união e defesa de seus associados.



Voluntários brasileiros recebem as primeiras doses da CoronaVac

Vacina coronavírus
VACINA: a meta é fazer a imunização pelo Sistema Único de Saúde no começo de 2021 (Dado Ruvic/Reuters).

Por Gilson Garrett Jr

Vacina desenvolvida na China tornou 90% das pessoas testadas imunes à covid-19.

A semana começa com uma boa notícia no combate à covid-19. A partir desta segunda-feira, 20, voluntários de seis estados vão receber as doses da vacina do laboratório chinês Sinovac, chamada CoronaVac. A aplicação faz parte dos testes de comprovação da eficácia do produto e é liderada no Brasil pelo Instituto Butantan, em São Paulo.
Ao todo, 9.000 pessoas vão participar da testagem em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. O Instituto Butantan não divulgou quantas pessoas fazem parte desta primeira fase do ensaio clínico.
A seleção dos voluntários ainda está sendo feita pelos pesquisadores. Podem participar profissionais de saúde que trabalham diretamente no atendimento a pessoas com covid-19. Este critério é muito importante porque os participantes precisam estar expostos aos vírus.
A vacina é uma das mais promissoras do mundo. Atualmente está na chamada fase 3 em que um grande número de pessoas participa do estudo para validar se ela é eficaz. Para isso, metade dos voluntários recebe a vacina e a outra um placebo. Após um mês, os cientistas analisam como cada grupo reagiu.
Nas etapas anteriores, cerca de 1.000 voluntários na China receberam doses da vacina e os resultados mostraram que 90% das pessoas ficaram imunes ao SARS-CoV-2 em 14 dias. Além disso, não apresentaram efeitos colaterais significativos.
Fonte: exame.com

CIÊNCIA: Em nova corrida espacial, países e empresas lançam missões a Lua e Marte

Marte

Em uma indústria avaliada em quase 360 bilhões de dólares globalmente, vale tudo para chegar na frente?

Há 51 anos, o homem pisou na Lua pela primeira vez. À época, a briga espacial era entre a União Soviética e os Estados Unidos. Ninguém era capaz de prever que, em 2020, a corrida ganharia outros contornos, outros integrantes e, principalmente, outros destinos. Em 1969 a briga era pela Lua. Agora, os países querem o espaço inteiro.
Somente neste ano, duas viagens espaciais já aconteceram. A primeira, realizada pela agência espacial americana Nasa em uma iniciativa inédita ao lado de uma empresa privada, a SpaceX, de Elon Musk, levou dois astronautas à Estação Espacial Internacional no dia 30 de maio. Os americanos Bob Behnken e Doug Hurley devem voltar à Terra no dia dois de agosto.
Em meio à pandemia do novo coronavírus, deixar que as empresas privadas arquem com a maioria dos custos de uma viagem espacial pode ajudar a diminuir os gastos do governo. Na semana passada, a Nasa anunciou um acordo com a companhia americana Virgin Galactic, do Grupo Virgin, para privatizar os treinos de astronautas.
Já a segunda traça os planos ambiciosos dos Emirados Árabes Unidos de se tornarem uma potência além do petróleo e enviou uma espaçonave para Marte a fim de entender o clima e coletar outras informações sobre o planeta vermelho. A China também pretende enviar um veículo a Marte ainda neste mês, o que deve acirrar ainda mais a briga por um lugar ao céu.
Em uma indústria avaliada em quase 360 bilhões de dólares globalmente, segundo a empresa Bryce Space and Technology, que analisa o setor espacial, vale tudo para chegar na frente?

A Nasa, a Lua, Marte e tudo que há no meio

Outros lançamentos não tiveram a mesma sorte.
Foi o caso do rover da Nasa, o Perseverance (perseverança, na tradução para o português), que estava previsto para ser lançado neste mês e teve de ser adiado por conta de um problema no foguete Atlas V, que faria o lançamento. A ideia da agência era que o rover descobrisse a existência de vida no planeta e coletasse outras informações sobre ele, como fazer a coleta de pedras que poderão ser as primeiras a voltar para a Terra.
Essa foi a terceira vez que o evento foi adiado: a primeira foi do dia 17 para 20 de julho, depois do dia 20 para o dia 22 e, finalmente, para o dia 30 de julho. Com todos os problemas, o custo previsto para a missão aumentou para 2,7 bilhões de dólares, o que estourou o orçamento em cerca de 360 milhões de dólares.
Mas o que são os rovers? Eles são espécies menores de veículos espaciais equipados com instrumentos para realizar a exploração dos ambientes dos planetas. Se der certo, este será o quinto a ser colocado em terras marcianas pela agência americana — e também o mais poderoso.
Se tudo der errado, a Nasa só poderá tentar fazer o lançamento novamente em 2022. Isso porque as missões espaciais rumo a Marte têm um período curto para o envio das naves por dois anos, que ocorre quando o planeta se aproxima da Terra em órbita ao redor do Sol.
Resta saber se os Estados Unidos terão a mesma sorte em Marte que tiveram na Lua.

Musk e Marte: uma dupla conhecida

Musk, em 2016, confirmou seus desejos de um dia colonizar Marte e enviar cerca de 1 milhão de pessoas para lá até 2050, com direito até a criação de empregos. A esperança dele é construir 1.000 espaçonaves em dez anos — o que daria uma quantidade de 100 construções por ano. Cada uma delas poderia levar, em média, 100 pessoas. A meta da SpaceX é pousar o primeiro foguete em Marte já em 2022. Em 2024, a ideia da empresa é ter uma missão tripulada para chegar até lá.
No ano passado, Musk afirmou que o custo para se mudar para Marte estaria em torno de 500.000 dólares (mais de 2 milhões de reais na cotação atual) ou “até mais barato” e abaixo de 100.000 dólares (cerca de 537.000 reais). Se a pessoa optar por se mudar de volta à Terra, o bilhete será gratuito. Um bônus para a carteira se tudo der errado no planeta vermelho.
Segundo o site da SpaceX, são vários os motivos para tentar povoar Marte. “O planeta, com uma distância média de 2,25 milhões de quilômetros da Terra, é um dos nossos vizinhos mais próximos”, diz o site. “A gravidade em Marte está em torno de 38% da gravidade da Terra, então você seria capaz de levantar coisas pesadas e pular por aí. Além do mais, a duração do dia é parecida com a da Terra.” Por lá, os dias duram 24 horas e 37 minutos. O que você faria com quase 40 minutos a a mais no seu dia?

Negócio da China: dessa vez no espaço

Marte parece ser uma tendência para 2020, exatamente por sua proximidade com a Terra. E isso não passaria batido pela China, que pretende lançar uma missão chamada de Tianwen-1, que significa “busca pela verdade celestial”, também no final deste mês. O objetivo dos chineses é realizar um levantamento da atmosfera do planeta e descobrir se existe água potável ou sinais de vida no local e a missão deve chegar em Marte em fevereiro do ano que vem.
Esse seria um passo importante para a China, que tentou mandar um orbitador para o planeta em 2011, a bordo de uma espaçonave russa, mas tudo deu errado e as sondas desapareceram sem deixar vestígios. Em 2013, conseguiu, com sucesso, pousar uma espaçonave na Lua e em janeiro do ano passado foi o primeiro país do mundo a alunar uma sonda no lado mais afastado do satélite.

A Índia também quer a Lua

Em novembro deste ano, os indianos devem enviar mais uma missão para a Lua, a Chandrayaan-3. Em julho de 2019, sua sucessora, a Chandrayaan-2, tentou pousar na superfície lunar, mas passou por um acidente e teve problemas de comunicação com a Terra.
A Índia, que tem uma espécie de Nasa indiana, a Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO, na sigla em inglês), tem mais de 500 grandes e pequenas empresas voltadas ao espaço, mas nenhuma delas é madura o suficiente para colocar o desenvolvimento espacial do país em outro patamar.
O orçamento da agência para 2020 e 2021 é de 13,5 milhões de rúpias (cerca de 179.000 dólares na cotação atual, ou 968.000 reais) — um orçamento 7,5% maior do que no ano passado e 45,2% maior do que em 2016, ainda assim bem longe dos padrões de outros países, mas indica o foco da Índia no espaço.
Todas as expectativas da Índia, então, estão voltadas para o lançamento de novembro.

Bezos além da Amazon

Em abril deste ano, a empresa Blue Origin, de Jeff Bezos, homem mais rico do mundo e CEO da Amazon, recebeu o prêmio mais alto da Nasa, de 579 milhões de dólares, para levar astronautas à Lua.
A empresa ainda não fez nenhum lançamento, mas tem ambições parecidas com a SpaceX de Musk e tem metas de lançar seu foguete até a órbita da Terra, batizado de “New Glenn“, em 2021.
Fonte: exame.com