quinta-feira, 11 de julho de 2019

STRAF DE NOVA CRUZ/RN PARTICIPOU DE OFICINA DE BASE "AÇÃO E PRÁTICA SINDICAL PROMOVIDO PELA CONTAG E FETARN

 Momento único de reflexão e saber
 Edmilson Gomes da Silva, popularmente conhecido como "Negão", presidente do STRAF de Nova Cruz/RN, apresenta trabalho elaborado pelo seu grupo de debate.
Dirigentes do STRAF de Nova Cruz (Daniele) apresenta trabalho/proposta, juntamente com demais colegas.
Desde da última quarta-feira (9) até hoje (11) a direção do STRAF de Nova Cruz, Rio Grande do Norte, participa em Natal de Oficinas de Base, cujo tema é "PLANEJANDO AÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO.", promovido pela CONTAG em parceria com a FETARN, de acordo com o TCTF SENAR/CONTAG Nº 001/2019. PROCESSO Nº 070/2019.

O evento acontece em Natal.

Para Negão, presidente do STRAF são ações e debates como essas que fortalecem e esclarecem futuras ações e conhecimento, quanto a demandas oriundas do campo e da luta sindical.

Principalmente em momento tão difícil que atravessa o Brasil, atingindo de cheio o homem do campo, com medidas maldosas e perdas de direitos dos trabalhadores brasileiro...A última ocorrida ontem (10) com a Aprovação da DESPREVIDÊNCIA SOCIAL, que afetará diretamente os trabalhadores rurais.

As oficinas buscam orientar e criar maneiras para para o enfrentamento necessário para enfrentarmos  os desafios do dia a dia. Concluiu,Edmilson Gomes da Silva - NEGÃO.

Veja o que diz o presidente da CONTAG, Aristide Santos:

"A realização das Oficinas de Base foi uma definição do Planejamento Estratégico da CONTAG. Elas significam um importante momento de ida da CONTAG aos polos/regionais sindicais para fazer uma escuta e debater, em conjunto com as Federações e Sindicatos filiados, a realidade local e nacional, bem como construir compromissos comuns que apontem inovações para fortalecer a ação e prática sindical e o Sistema Confederativo CONTAG.

Segundo o presidente da CONTAG, Aristides Santos, as Oficinas de Base também pretendem ampliar a compreensão da importância do papel da agricultura familiar e dos assalariados e assalariadas rurais para o desenvolvimento sustentável e para a manutenção e conquista de direitos no meio rural. “Além disso, vamos aproveitar a oportunidade para mapear informações e potencializar as boas experiências de ação e prática sindical. Portanto, é importante que todos e todas participem ativamente das Oficinas de Base. Contribua com o fortalecimento do movimento sindical para que possa representar ainda melhor os trabalhadores e trabalhadoras rurais”, convocou Aristides."





segunda-feira, 8 de julho de 2019

Reduzir o consumo diário de carne faz bem para a nossa saúde -Dal Marcondes

por Patrícia Kalil – 
Um cardápio bastante possível: começar o dia reforçado com misto-quente no café da manhã; na hora do almoço, um prato de picadinho e batata servido com arroz branco; no lanche da tarde, uma esfiha de carne, um quibe fritinho na hora ou um enroladinho de presunto e queijo; na hora de jantar, outro lanche com frios ou uma pizza portuguesa. O que chama atenção é que, sem nos darmos conta, a carne vermelha esteve presente em todas as refeições, do café da manhã ao jantar.
Alguns anos atrás, fui diagnosticada com o nível de colesterol muito elevado para minha idade e para meu tipo físico. Para não receitar um medicamento que eu teria que usar para o resto da vida, o médico pediu para eu tentar fazer uma experiência: reduzir o consumo de carne vermelha e fazer uma hora de caminhada por dia. Por redução do consumo de carne, ele explicou, “você pode comer carne, só tenta não comer em toda refeição. Vamos ver se a mudança afetará o resultado do seu próximo exame. Ovo está liberado”. Parecia um pedido bastante razoável e aceitei o desafio.
A primeira decisão que tomei foi que não viraria radical. Por mais que tenha muitos amigos veganos, tenho dificuldade em recusar comida em algumas situações. Por exemplo, quando estava começando a nova dieta, tive que morar seis meses em Moçambique. Logo que cheguei em Beira, a família que me recebeu preparou um cozido de carne. Além de adorar experimentar pratos tradicionais locais, tenho realmente dificuldade em rejeitar comida quando me é oferecida.
Dito isso, o meu desafio pessoal era saber decidir quando a proposta era especial: o cozido na África, uma feijoada ou churrasco com amigos, um charutinho de folha de uva feito por minha avó libanesa, um cordeiro assado por meu pai, um cozido de panela feito por minha sogra. Isso tudo me parecia ok comer. Eu precisava, então, ficar atenta para cortar nas outras ocasiões, que dependiam exclusivamente de mim. Por exemplo, ao almoçar em um quilo ou mesmo ao sair pra jantar com amigos onde cada um poderia escolher seu próprio prato. Nessas situações, eu sabia, a escolha de controlar meu colesterol estava na minha mão. Comecei a dieta e também a andar diariamente. Quando refiz meus exames, o nível do colesterol estava moderado. Vi, como o médico falou, que era possível controlar a gordura ruim no meu sangue sem medicamento. Desde então, esse assunto sempre me despertou interesse.

Cabeça de boi ou cabeça de gente

Médicos argumentam que o consumo excessivo de carne piora doenças crônicas e cardiovasculares, como também causa alguns tipos de câncer. Cientistas apontam que a média de consumo de carne por pessoa também não é praticável com o crescimento da população global, trazendo prejuízos para os recursos hídricos, florestais e também para o clima. Atualmente, a ONU também pede redução para evitar crise alimentar e 16 países da Comissão EAT-Lancet indicam cada vez mais o consumo de alimentos de origem vegetal para futuro.
Se cada um dos quase 8 bilhões de terráqueos comessem carne nas três refeições do dia, teríamos que aumentar a produção e aceitar a transformação das florestas em pasto. O problema disso, como a própria FAO alerta, é que os ganhos do setor pecuário são de curto prazo e os prejuízos são de longo alcance para toda a sociedade: toneladas de rejeitos contaminam os cursos d’água e o próprio solo, além de ser uma das grandes fontes geradoras de gases de efeito estufa. O cocô e o pum da vaca esquentam o planeta.
No Brasil, já temos mais cabeças de gado do que cabeça de gente, com 218 milhões de bovinos versus 208 milhões de brasileiros. Segundo informações do IBGE, em Goías, há três vezes mais gado que pessoas. O problema então passa a ser social e político: queremos um governo que cuide dos brasileiros mais que de bovinos, mas parece que estamos permitindo que bois tenham mais força política que nós todos juntos. A força da bancada ruralista no Congresso só evidencia esse fato (44% da Câmara, 39,5% do Senado). Quando lutamos pelo fim do desmatamento ilegal ou por proteção dos mananciais, vamos lembrar que a redução do consumo diário de carne é além de uma questão importante para a nossa saúde, um ato político em defesa do meio ambiente.
(#Envolverde)

Lançado na Europa mapa do envenenamento de alimentos no Brasil

 
Dal Marcondes
Por Ivanir Ferreira, do Jornal da USP – 
Em exposição crônica aos agrotóxicos, brasileiro corre mais risco de morte e desenvolvimento de doenças
Um ousado trabalho de geografia que mapeou o nível de envenenamento dos alimentos produzidos no Brasil foi lançado em maio, em Berlim, na Alemanha, país que contraditoriamente sedia as maiores empresas agroquímicas do mundo. Quem estava presente no lançamento do atlas Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia ficou perplexo com a informação sobre o elevado índice de resíduos agrotóxicos permitidos em alimentos, na água potável, e que, potencialmente, contamina o solo, provoca doenças e mata pessoas. A obra, que já foi publicada no Brasil, é de autoria da geógrafa Larissa Mies Bombardi, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.
O Brasil é campeão mundial no uso de pesticidas na agricultura, alternando a posição dependendo da ocasião apenas com os Estados Unidos. O feijão, a base da alimentação brasileira, tem um nível permitido de resíduo de malationa (inseticida) que é 400 vezes maior do que aquele permitido pela União Europeia; na água potável brasileira permite-se 5 mil vezes mais resíduo de glifosato (herbicida); na soja, 200 vezes mais resíduos de glifosato, de acordo com o estudo, que é rico em imagens, gráficos e infográficos. “E como se não bastasse o Brasil liderar este perverso ranking, tramita no Congresso nacional leis que flexibilizam as atuais regras para registro, produção, comercialização e utilização de agrotóxicos”, relata Larissa.
A pesquisadora explica que o lançamento do atlas na Europa se deu pelo fato de a Alemanha sediar a Bayer/Monsanto e a Basf, indústrias agroquímicas que respondem por cerca de 34% do mercado mundial de agrotóxicos. A Monsanto, recentemente incorporada ao grupo Bayer, é a líder mundial de vendas do glifosato, cujos subprodutos têm sido associados a inúmeras doenças, incluindo o câncer e o Alzheimer. “Queríamos promover discussão sobre a contradição de sediarem indústrias que controlam toda a cadeia alimentar agrícola – das sementes, agrotóxicos e fertilizantes – e serem rigorosos quanto ao uso de mais de um terço dos pesticidas que são permitidos no Brasil. Eles são corresponsáveis pelos problemas gerados à população porque vendem e exportam substâncias sabidamente perigosas, porém, proibidas em seu território”, diz.
Geógrafa Larissa Bombardi, autora da pesquisa que deu origem ao atlas da Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil – Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

Intoxicação e suicídios

Segundo a geógrafa, as perdas não se limitam à contaminação de alimentos e dos cursos d’água. O atlas traz informações de que, depois de extensa exposição aos agrotóxicos, ocorrem também casos de mortes e suicídios associados ao contato ou à ingestão dessas substâncias.
Atlas: Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia, de Larissa Mies Bombardi – Laboratório de Geografia Agrária da FFLCH – USP, São Paulo, 2017
Entre 2007 e 2014, o Ministério da Saúde teve cerca de 25 mil ocorrências de intoxicações por agrotóxicos. O atlas mapeia as regiões mais afetadas: dos Estados brasileiros, durante o período da pesquisa, o Paraná ficou em primeiro lugar, com mais de 3.700 casos de intoxicação. São Paulo e Minas Gerais ficaram na segunda colocação, com 2 mil. Das 3.723 intoxicações registradas no Paraná, 1.631 casos eram de tentativas de suicídio, ou seja, 40% do total. Em São Paulo e Minas gerais o porcentual foi o mesmo. No Ceará, houve 1.086 casos notificados, dos quais 861 correspondiam a tentativas de suicídio, cerca de 79,2%. Os mapas de faixa etária mostram que 20% da população afetada era composta de crianças e jovens com idade até 19 anos. Segundo Larissa, no Brasil, há relação direta entre o uso de agrotóxicos e o agronegócio. Em 2015, soja, milho e cana de açúcar consumiram 72% dos pesticidas comercializados no País.
O atlas Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia, em português, foi lançado no Brasil em 2017 e traz um conjunto de mais de 150 imagens entre mapas, gráficos e infográficos que abordam a realidade do uso de agrotóxicos no Brasil e os impactos diretos deste uso no País. A pesquisa que deu origem à publicação teve o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Em Berlim, o lançamento aconteceu na sede do ENSSER (European Network of Scientists for Social and Environmental Responsability), rede europeia sem fins lucrativos que reúne cientistas ativistas responsáveis ambiental e socialmente, em Glasgow, Escócia. O suporte financeiro para o lançamento do atlas na Europa foi da FFLCH e da Pró-Reitoria de Pesquisa da USP.
Fonte Agência Envolverde

domingo, 7 de julho de 2019

SOCIEDADE -Qual é a realidade do trabalho infantil defendido por Bolsonaro?

 

Presidente defendeu que trabalho nunca o prejudicou, mas fala reforça senso comum e mina avanços na educação infantil


O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em uma live da noite desta quinta-feira 4, que apenas não atua pela liberação do trabalho infantil porque seria “massacrado”. A série de declarações favoráveis a uma condição que ceifa a infância de mais de 2 milhões de crianças brasileiras, segundo levantamento da Fundação Abrinq, não parou por aí.

Bolsonaro afirmou que ele mesmo ‘quebrou milho’ na plantação aos 9 anos, que ‘não foi prejudicado em nada’ e que ‘trabalho escravo, não sei o quê, trabalho infantil’ seriam reclamações esvaziadas, conforme é possível conferir no trecho abaixo. O cenário real no Brasil, no entanto, mostra o contrário.

De acordo com o Observatório da Criança e do Adolescente, da Fundação Abrinq, quase 6,4% das crianças brasileiras entre 5 e 17 anos de idade trabalhavam em 2016. O cenário piora com os dados do IBGE daquele ano, que apontam que, entre as crianças e jovens de 5 a 17 anos que trabalham, cerca de 21% estavam fora da escola.
Além da evasão escolar, as crianças também sofrem com acidentes de trabalho. Cerca de 620 crianças e adolescentes foram vítimas deles em 2016, e, entre 2012 e 2016, 130 morreram por conta de complicações dos incidentes.
Mesmo assim, é possível identificar uma verdade implícita no vídeo: o cenário descrito pelo presidente é extremamente comum. O Censo Agropecuário de 2017 mostra que quase 588 mil crianças trabalhavam no campo, sendo que 90% delas possuíam vínculo familiar com o empregador – ou seja, atuavam juntamente aos pais ou parentes em atividades rurais. A identificação, no entanto, não pode servir para justificar um problema e “olhar para o passado”, mas sim “olhar para o futuro e lutar para que essa realidade seja superada”, segundo opina Antônio Lima, procurador do Ministério Público do Trabalho.
“Na fala dele, há leituras de visão do senso comum – da qual a gente discorda, mas compreende que possa existir. Mas não pelo presidente da República. A mensagem para o pai agricultor deveria ser: invista na educação dos seus filhos”, diz Lima, que também é mobilizador nacional de comitês pela prevenção e erradicação do trabalho infantil.

Uma visão rasa

O procurador analisa ainda as inconsistências presentes na visão rasa do assunto. “O trabalho infantil é justamente a porta de entrada para a violência. Se você olhar o perfil socioeconômico dos adolescentes que cumprem medidas preventivas, 90% delas vêm do trabalho infantil.” 
Com as falas, Bolsonaro também negou o que jurou proteger. A Constituição Federal proíbe, no artigo 7º, o trabalho noturno, perigoso ou insalubre aos menores de 18 anos, e qualquer trabalho aos menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. “Há uma obrigação legal em cumprir a Constituição. Ao fazer uma fala contra ela, ele diz para as pessoas não cumprirem a lei”, afirma o procurador.
“Ele falou da realidade dele, que também foi a minha realidade. Mas, sendo presidente, é muito ruim. A criança tem direitos humanos que devem ser assegurados como prioridade absoluta. Segundo o ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente], ele deve ser punido”, analisa Antônio.
Em nota a CartaCapital, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos informou que “não consta no âmbito desta pasta qualquer proposta legislativa no sentido de alterar os dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente que tratam da proibição do trabalho infantil”.
Fonte: CARTA CAPITAL

Dia de luta operária - 9 de julho

9 de julho é o Dia da Luta Operária. A data será lembrada em São Paulo com uma solenidade na rua do Bucolismo, 81, no Brás, na qual será entregue o troféu José Martinez a sindicalistas que dedicaram a vida à causa do movimento operário brasileiro.
Serão homenageados na ocasião o ferroviário Rafhael Martinelli, dirigente do Comando Geral dos Trabalhadores (CGT) e a tecelã Eunice Longo, ex-diretora do Sindicato dos Têxteis de São Paulo.
Veja o vídeo:

 Se não conseguir assistir o vídeo, clique aqui para baixá-lo.
Fonte: Portal da CTB

PROTEÇÃO INFANTO-JUVENIL CONTAG e FNPETI manifestam-se contra a declaração do presidente sobre trabalho infantil - " O STRAF APOIA!" - EDMILSON GOMES DA SILVA - PRESIDENTE

A Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG) vem reafirmar a posição de repúdio do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) contra a declaração do presidente Jair Bolsonaro, que fez apologia ao trabalho infantil. A CONTAG tem como uma de suas bandeiras de luta a proteção infanto-juvenil e entende que esse tipo de declaração desrespeita a Constituição Federal e os tratados internacionais assinados pelo Brasil.

NOTA DO FNPETI

O Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), articulador da Rede Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, vem a público manifestar o seu veemente repúdio à declaração do Sr. Jair Bolsonaro, presidente da República, que faz uma apologia ao trabalho infantil, em especial, na faixa etária de 9 e 10 anos, em atividade perigosa que traz sérios prejuízos ao pleno desenvolvimento de crianças.

A declaração revela um total desrespeito à Constituição Federal de 1988, em especial ao artigo 227, que assegura a proteção integral de crianças e adolescentes com absoluta prioridade e o artigo 7º, inciso XXXIII, que proíbe todas as formas de trabalho infantil abaixo de 16 anos, ressalvada a exceção da aprendizagem profissional, a partir dos 14 anos. Desrespeita também o compromisso assumido pelo Estado brasileiro ao ratificar tratados internacionais, em particular, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e torna maior o desafio de alcançar a meta de eliminar todas as formas de trabalho infantil até 2025.

É inadmissível que se ignore os dados oficiais de acidentes graves de trabalho, incluindo óbitos que vitimam crianças e adolescentes, do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAM) do Ministério da Saúde, de exclusão escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) e de crescimento da pobreza e exclusão social registrados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Neste contexto, o Fórum Nacional denuncia essa grave violação dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes e convoca a sociedade e as famílias brasileiras para defender e garantir a todas as meninas e meninos no país o direito de brincar, de estudar, de se desenvolver plenamente, de crescer em ambientes protegidos e acolhedores e assim contribuir, como cidadãs e cidadãos adultos, para o desenvolvimento econômico e social sustentável do Brasil.

FONTE: Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI)