sábado, 9 de junho de 2018

STRAF-NOVA CRUZ-RN ITINERANTE NA COMUNIDADE DE CAPIM AÇÚ

Representante do BNB - CR[EDITO RURAL

Reunião contou a presença maciça da comunidade de Capim Açu

Essa semana o STRAF de Nova Cruz ITINERANTE e representantes do BNB, reuniram-se com a Comunidade do CAPIM AÇÚ, cujas pautas foram: Recadastramento do sindicato; Escola Agrícola de Jundiaí; Negociação de dívidas; Crédito Rural; INSS Digital; Atendimento junto ao INSS, entre outros.

Dezenas de agricultores e agricultoras se fizeram presentes e após todos os esclarecimentos, foram tiradas as dúvidas.

Essas atitudes do STRAF vem sendo elogiada pelas comunidades rurais, para eles uma inovação, ou seja um sindicato presente!

Todos ficaram satisfeitos com as explanações não só por parte do sindicato na pessoa de seu presidente, Edmilson Gomes da Silva (Negão), como pelo representante do BNB, 

No Programa A VOZ DO TRABALHADOR , transmitido pela Rádio FM Curimataú de hoje (09) foi tema principal.



sexta-feira, 8 de junho de 2018

SOS NÚCLEO DA UERN - NOVA CRUZ - RN "SENHORES/AS POLÍTICOS..."

Adeus UERN!

A sociedade agresteira já esqueceu da LUTA PELA PERMANÊNCIA DA UERN em NOVA CRUZ (Região do Agreste Potiguar)!  É lamentável! Nós que fazemos parte da Comissão em Defesa dos Campus da UERN, UFRN e IFRN na Região do Agreste Potiguar vem de público repudiar de forma veemente o governo do estado por terminar de "sepultar" o Núcleo da UERN em Nova Cruz, pois o que nos chega ao nosso conhecimento é de que após o final de setembro suas portas serão FECHADAS DEFINITIVAMENTE!

E a sociedade não fazer NADA? E a classe a política? Por onde anda? Vamos deixar isso acontecer sem LUTAR?

Por isso a Comissão em conjunto com o CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN vem de público REPUDIAR a maneira como a UERN irá ser fechada em Nova Cruz!. De forma sem ser discutida com a sociedade e nem ao menos explicarem seus motivos. História (como a UERN veio para Nova Cruz): O governador Robinson Faria, quando em exercício assumiu o governo, após uma viagem da governadora, Vilma de Faria, que tinha se ausentando para compromissos fora do estado, sancionou o NÚCLEO DA UERN EM NOVA CRUZ com os cursos de DIREITO e CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO e para refrescar a memória do próprio governador, Robinson, o mesmo em sua candidatura ao governo do estado, disse em praça pública, quando veio a Nova Cruz, : " Governador em exercício trouxe o núcleo da UERN para Nova Cruz, governador como sei que vou ser, TRANSFORMAREI EM CAMPUS!", o mesmo já está em seu final de governo e NADA!

E A CLASSE POLÍTICA? A classe política até o presente momento não fizeram simplesmente, NADA!  Vamos deixar isso barato?

Vamos nos UNIR e exigir da CLASSE POLÍTICA uma posição de sua parte a favor da UERN? Ou vamos ficar de BRAÇOS CRUZADOS?  Temos que exigir desses políticos uma postura ética em FAVOR DA PERMANÊNCIA DA UERN EM NOVA CRUZ!  Caso contrário diremos NÃO a eles, votando CONTRA e não os elegendo! 

Vamos colher mais informações, vamos promover reuniões, debates e audiência pública para garantirmos nossa UERN em Nova Cruz/RN! MOBILIZE-SE! JUNTE-SE A NÓS!  A UERN SOMOS NÓS, NOSSA FORÇA E A NOSSA VOZ!

FETAPE encerra 10º CETTR com eleição de primeira mulher presidenta e mensagem de Lula!



"Eu tenho muito orgulho de compartilhar a minha caminhada com a FETAPE, há muitas décadas. Somos companheiros em todos os momentos: antes, durante e depois de ser presidente. […] Hoje, me impedem de estar aí com vocês fisicamente, mas nunca irão nos separar na nossa luta por um Brasil melhor [...]”. Foram com essas palavras do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, escritas em uma carta, que foi enviada à FETAPE, que se iniciaram os trabalhos do último dia do 10º Congresso Estadual dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (CETTR), em Gravatá. Também hoje, data do aniversário de 56 anos da Federação, foi eleita a nova Diretoria da instituição (gestão 2018/2022), que terá como presidente uma mulher: a sertaneja Cícera Nunes.

Leia texto completo no site da Fetape 

FONTE: Comunicação FETAPE

GOVERNO CORTA RECURSOS DA EDUCAÇÃO DO CAMPO

“Indígenas e quilombolas serão os mais prejudicados” 

A Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG), manifesta seu total repúdio à medida provisória nº 839, do Governo Temer.

 Baixada no dia 30 de maio de 2018, a medida retira recursos de vários programas sociais importantes, entre os cortes, estão R$ 1.800.000,00 destinado ao Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA) e R$ 55.101.206,00 de concessão de bolsas no âmbito do Programa de Estímulo à Reestruturação e no Fortalecimento das Instituições de Ensino Superior, prejudicando mais de 5 mil estudantes indígenas e quilombolas que recebiam R$ 900,00 mensais para moradia, alimentação e material escolar.

PRONERA 
No caso específico do PRONERA, nos 2 anos do governo Temer, o programa teve um corte de cerca de 90%, caindo de R$ 32.550.000,00 em 2016 para 3.203.872,00 em 2018, prejudicando os Cursos em andamento, colocando em risco de muitos nem serem concluídos, e ainda  impedindo a abertura de novos Cursos já com projetos elaborados pelas Universidades, aprovados pela Comissão Pedagógica Nacional (CPN) e que aguardam liberação de recursos do Banco de Projetos no INCRA. 

Bom ressaltar que os cortes na Educação do Campo são  para abrir  crédito em favor dos Ministérios de Minas e Energia e da Defesa no valor de R$ 9.580.000.000,00, sendo 9.500.000.000,00 para subvenção econômica à comercialização de óleo diesel, combustível de uso rodoviário (Medida Provisória 836, de 2018), e R$ 80.000,000,00 para o Ministério da Defesa, para operações de garantia da Lei e da Ordem Nacional. 

Para a CONTAG, Federações e Sindicatos, medidas como esta, demonstram a opção do atual governo federal, pela implementação de um projeto que privilegia o grande capital, gerando cada vez mais exclusão social e retirando direitos já conquistados com muita luta pelos movimentos sociais e movimento sindical. 

Sigamos na Resistência e na Luta!

Educação do Campo é Direito e não esmola!

Direção da CONTAG 

FONTE: Diretoria da CONTAG

domingo, 3 de junho de 2018

NA RÁDIO FM 103.5 DE NOVA CRUZ/RN, EDUARDO VASCONCELOS DENÚNCIA O FECHAMENTO EM BREVE DO NÚCLEO DA UERN EM NOVA CRUZ!


 Presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos participou ontem (2) do Programa "A VOZ DO TRABALHADOR - Rádio Curimataú - 103.5 - NOVA CRUZ/RN
Foto: Da esquerda p/ direita: Eduardo Vasconcelo - CPC/RN, Damião Gomes - CMDS e Edmilson Silva - STRAF-Nova Cruz/RN.

Ontem (2) no Programa "A Voz do Trabalhador", que vai ao AR todos os sábados ás 11h ás 12h e 30m pelas ondas da Radio FM 103.5 - Curimataú - Nova Cruz, região do Agreste Potiguar, o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, aproveitou para denunciar aos ouvintes e a população agresteira, que o Núcleo da UERN em Nova Cruz está com seus dias contatos, ou seja: vai ser fechado! São os cursos de Direito e Ciências da Computação que terão suas portas fechadas.

Nem em momento político a classe política se manifesta a respeito, fazendo o ouvido de marcador, isso é inadmissível, desabafou, Eduardo.

Para ele é preciso que a sociedade se mobilize e exija dos governantes uma posição positiva a favor da UERN em Nova Cruz! Somos uma região carente em nível superior. A UFRN está com cursos presenciais nos finais de semana e foi muito luta para tivéssemos vestibular ano passado, pois já se faziam 4 anos que não tinha vestibular e hoje graça a luta da Comissão em Defesa dos Campus da UERN, UFRN e IFRN na Região do Agreste Potiguar foi feito o vestibular e hoje dispõe de 5 cursos e com ganha-se força para transformar em CAMPUS! Já o IFRN já dispomos de 3 turmas a noite, uma outra conquista.

Mas o caso da UERN já tem data marcada para o seu fechamento, E AI, que devemos fazer?  Com a palavra a SOCIEDADE AGRESTEIRA E OS POLÍTICOS! Esse ano tem eleição, vamos pressionair ELES!  Concluiu, EDUARDO VASCONCELOS.

#rumoaoIVENA: As várias formas de construir a Agroecologia

sábado, 2 de junho de 2018

Plenária de mulheres no IV ENA: movimento, memória e força da agroecologia



É trazendo de suas regiões os rios da vida das mulheres na Agroecologia que, com muita música e força, a plenária das mulheres abre a programação do IV Encontro Nacional da Agroecologia (ENA).  

Para as mulheres SEM FEMINISMO NÃO HÁ AGROECOLOGIA, pois a prática agroecológica tem sido um caminho coletivo de construção de uma filosofia de vida que, a partir de uma forma de pensar e fazer da agricultura, propõe relações justas, igualitárias e equilibradas entre  as pessoas e o meio ambiente.

A mística de abertura, além de trazer seus rios de luta agroecológica, as mulheres lembram o crime contra o Rio   Doce. Elas curaram as águas dos agrotóxicos, agronegócio e machismo. As mais de mil mulheres do campo, das florestas e das águas, também curam o país, defendendo a democracia, a liberdade de Lula, justiça para Marielle e muito, muito feminismo.

A secretária de Mulheres de Mulheres da CONTAG Mazé Morais, afirma que o IV ENA é momento de  dialogar e refletir com a sociedade  sobre o que queremos para o futuro da humanidade. Pois, se não pensarmos seriamente sobre o tema da preservação do recursos naturais, a existência da vida no planeta está comprometida.



Mazé ainda compartilha que diante da atual conjuntura posta no Brasil, defender a AGROECOLOGIA é "denunciar o golpe à DEMOCRACIA e aos nossos direitos. Portanto, o IV ENA tem o papel de anunciar qual projeto de sociedade que a gente quer", afirma a secretária de Mulheres da CONTAG, na Plenária das Mulheres.

Também participam do IV ENA, a secretárias da CONTAG de Meio Ambiente Rosmari Malheiros, de Jovens Mônica Buffon, e a coordenadora da Regional Sudeste Alaíde Bagetto.



Maria Emília, da coordenação da Articulação Nacional da Agroecologia (ANA), ressalta que, em uma sociedade tão movida pelos insumos fósseis, a agroecologia está construindo outras alternativas no país. “Nosso sistema alimentar depende fundamentalmente da agricultura familiar, camponesa e indígena com comida de verdade. Não há desabastecimento de quem está perto de quem produz”, disse.

Ela continua: “a agroecologia se faz com a construção de valores que significam a emancipação das mulheres, luta permanente contra o racismo e etnocídio. Estamos aqui, acima de tudo, pra dizer que as mulheres estão sempre na vanguarda, nas lideranças e na defesa dos bens comuns”.

Defesa das sementes

A defesa das sementes, da plantação sem veneno e defesa da responsabilidade urbana com a agroecologia apareceu em diversos momentos da plenária. “Nossa alimentação, na nossa roça, não tem agrotóxico. Precisamos de mais encontros como esse, e mais indígenas participando desses encontros”, trouxe a pajé Vanda, de Roraima.

No momento de falas abertas do plenário, as mulheres trouxeram suas histórias pessoais, desde suas regiões e trabalhos. Assim, compartilharam suas pautas para a agroecologia, para o feminismo e para a política. 

Unidas nesta plenária e durante todo o ENA, as mulheres rumam a uma outra sociedade, em defesa da terra e das águas, livre de machismo, racismo, veneno, mineração, golpes e ataques à democracia e aos direitos sociais.

Fonte: Comunicação IV ENA
FONTE: Comunicação IV ENA