quinta-feira, 4 de abril de 2019

STRAF DE NOVA CRUZ/RN E CÂMARA MUNICIPAL PROMOVEU HOJE (4) AUDIÊNCIA SOBRE A PREVIDÊNCIA SOCIAL

 Edmilson Gomes da Silva -(Negão), presidente do STRAF de Nova Cruz/RN abrindo a Audiência Pública! "Precisa lutar contra esta reforma! Ela ataca diretamente os/as trabalhadores/as rurais!". Caso passe o homem do campo perderá e muito!
 Dirigente da CTB/RN, JUSCELINO um dos palestrantes , falando sobre os males da proposta do governo com relação a Previdência Social
 Dezenas de lideranças rurais, sindicais e a sociedade em geral prestigiaram a audiência pública


O STRAF de Nova Cruz/RN e a Câmara Municipal promoveu hoje (4) no Plenário da Câmara Municipal de Nova Cruz Audiência Pública, cujo tema foi a REFORMA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL.

Várias lideranças sindicais, políticas e a sociedade civil prestigiaram a audiência.

O STRAF preocupado conclamou a todos para esclarecer pontos da reforma que o governo não esclarece, pois na visão do STRAF e da própria FERTARN, que também estava presente é distorcida e enganosa!

O trabalhador só tem a perder, portanto a classe trabalhadora e principalmente os trabalhadores rurais precisam estarem atentos e lutar para que ela do jeito que o governo quer NÃO SEJA APROVADA pelo CONGRESSO NACIONAL, aletrou, Edmilson Gomes (Negão), presidente do STRAF.

Todos os que usaram a palavra foram unanimes em afirmar que a sociedade precisa se fortalecer e exigir dos parlamentares federais a votarem contra.

Participaram da audiência vereadores/as: Patrícia, Juninho de Salú, Manga Rosa, sindicalistas, entre eles o professor João Maria Campos, tesoureiro do SINTE/Nova Cruz, Dirigentes da FETARN, Secretário Municipal da Agricultura de Nova Cruz, JOSÉ AILTON, EMATER, entre outros/as.

terça-feira, 2 de abril de 2019

CONTINUAMOS EM MARCHA!


Resultado de imagem para IMAGEM DAS MARCHA DAS MARGARIDAS 2019
A cada dia, em cada comunidade, damos mais um passo e ampliamos os caminhos de construção desta forte ação, que é a 6ª Marcha das Margaridas!!!

Companheiras! 

A cada dia, em cada comunidade, damos mais um passo e ampliamos os caminhos de construção desta forte ação, que é a 6ª Marcha das Margaridas!!! 

A história mostra que as Margaridas, as mulheres trabalhadoras do campo, da floresta e das águas não fogem à luta. No último período, estivemos nas comunidades, assentamentos, rios, roçados, florestas e periferias resistindo ao golpe de 2016 e seus desdobramentos, que atacaram a democracia, os direitos conquistados e a vida das mulheres brasileiras.

Nas eleições de outubro deste ano, renovamos nossa esperança em um país feliz de novo. Movidas pelos ideais da soberania e democracia, entramos em campanha, na defesa de candidaturas comprometidas com o projeto popular, agroecológico e feminista. 

Se por um lado, nós, como mulheres, fomos fortemente atacadas por candidaturas caluniosas e cheias de ódio contra mulheres, negr@s, indígenas, populações LGBTs e outros tantos segmentos excluídos, por outro lado, não temos dúvida de que este processo eleitoral nos deixou mais firmes e atentas. Não baixaremos a guarda, pois, dentre outras coisas, estão em jogo nossas vidas, a democracia, o patrimônio do povo brasileiro, a agricultura familiar e os bens comuns da natureza. O Brasil e a democracia, mais do que nunca, precisam da luta das Margaridas. 

Por tudo isso, assumimos o lema Margaridas na luta por um Brasil com soberania popular, democracia, justiça, igualdade e livre de violência como referência da nossa Marcha. Por meio dele, anunciamos a Plataforma Política pela qual lutamos todos os dias, desde o momento em que trabalhamos na roça e em casa, nos organizamos no sindicato, até a hora em que junto com as outras companheiras defendemos nossos direitos como mulheres e trabalhadoras. 

Em agosto de 2019, ocuparemos Brasília pela agroecologia, conservação do meio ambiente e valorização dos modos de vida reproduzidos no campo, na floresta e nas águas. Ocuparemos Brasília para lutar por democracia e soberania popular, com justiça social e em defesa dos nossos territórios. Ocuparemos Brasília para construir uma sociedade livre de violência de gênero e racial, por um país sem homofobia e sem intolerância religiosa. 

Envolvam todas as mulheres que querem integrar essa luta... vamos conversar sobre a Marcha, debater nossas realidades, propor e construir estratégias que transformem o nosso País. Vamos fortalecer as alianças com os diversos movimentos e grupos de mulheres comprometidos com esta transformação, pois, mais do que nunca, é hora de unirmos mãos com mãos. 

Marchamos juntas, com nossa força, criatividade e ousadia!!!!!

Maria José Morais Costa

Secretária de Mulheres Trabalhadoras Rurais Agricultoras Familiares da CONTAG

Coordenadora Geral da Marcha das Margaridas

CARTILHA: EDUCAÇÃO DO CAMPO E AGRICULTURA FAMILIAR - UMA CAMINHADA PARA ...

INTERNACIONAIS E JUVENTUDE - Dirigente da CONTAG é eleita presidenta do Comitê Mundial de Jovens da UITA

A União Internacional de Trabalhadores em Alimentação, Agricultura e Afins (UITA), entidade internacional que a CONTAG é filiada, cumpriu deliberação do seu último Congresso, realizado em 2017, de criar um Comitê de Trabalhadores(as) Jovens. Nos dias 31 de março a 2 de abril, a UITA reuniu em sua sede em Genebra, Suíça, um grupo de jovens da América Latina, Ásia, África e da Europa com o objetivo de trocar experiências, conhecer a realidade das juventudes nos diversos continentes, instituir uma comissão e eleger uma coordenação esta nova instância da UITA.

A secretária de Jovens Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais da CONTAG, Mônica Bufon Augusto, representou a CONTAG na atividade e foi eleita presidenta do Comitê Mundial de Jovens da UITA. A 1ª vice-presidenta eleita é Gabriela Tricolici, da Moldávia, e a 2ª vice-presidenta é Sofia Braithwaite, de Barbados. “A eleição da companheira Mônica Bufon como presidenta do Comitê Mundial de Jovens da UITA nos traz muita alegria, nos honra e é algo de muita importância para a CONTAG”, avalia o vice-presidente e secretário de Relações Internacionais da CONTAG, Alberto Broch, que compõe o Comitê Mundial da UITA e também estava na Suíça nas atividades realizadas pela entidade internacional.

“É muito gratificante enquanto CONTAG estar nesta representação como presidenta do Comitê Mundial de Jovens da UITA. Que possamos, juntos(as), analisar todos os processos enquanto juventude nesse espaço, trabalhando com a diversidade de juventudes dos setores que compõem a UITA. Esse comitê criado irá trabalhar na organização dessa juventude, trazer mais jovens para esse espaço e empoderá-los(as). Assumimos um grande compromisso e responsabilidade de lutar por nossa juventude junto ao comitê, por todos os jovens dos diversos espaços, das diversas organizações”, destaca a dirigente da CONTAG e agora também presidenta do Comitê Mundial de Jovens da UITA, Mônica Bufon.
OUTRAS AGENDAS

Os dois dirigentes da CONTAG também cumpriram outras agendas na Suíça nos últimos dias. Nesta semana, também está sendo realizada a reunião do Comitê Mundial de Mulheres, do Comitê Estratégico e do Comitê Mundial da UITA, instância que Alberto Broch integra. Também foram feitas conversas bilaterais sobre a Marcha das Margaridas e sobre a Década da Agricultura Familiar.
Alberto Broch e Mônica Bufon conversaram com a secretária geral mundial da UITA, Sue Longley, e com a presidenta do Comitê Mundial de Mulheres da UITA, Patrícia Alonso, sobre a Marcha das Margaridas – que ocorrerá em agosto desse ano no Brasil, dialogando sobre a possibilidade de participação de uma delegação internacional e também de ajuda financeira para a realização desta importância ação de massa protagonizada pelas mulheres. Na sequência, na reunião do Comitê Mundial de Mulheres da UITA, foi aprovada a organização de uma delegação com representantes de todos os continentes para participação da Marcha das Margaridas. Essa decisão precisa ser referendada pelo Comitê Mundial da UITA até o final desta semana.

Sobre a Década da Agricultura Familiar, Broch reuniu-se com representantes da América Latina e de outros continentes para discutir estratégias e ações a respeito dessa pauta, além de estreitar relações de interesse da CONTAG e da COPROFAM com diversas redes visando o fortalecimento da agricultura familiar.

FONTE: Assessoria de Comunicação da CONTAG - Verônica Tozzi

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Previdência? Cuidado, previdência!

Clemente Ganz Lúcio
O ano de 2019 começou agitado. As tragédias da Vale e do CT Flamengo, entre outras, mostram algumas das inúmeras e gravíssimas consequências das decisões que buscam o máximo lucro e o “melhor” dos resultados. São decisões “naturalizadas” como da esfera privada, mas que afetam a vida de todos. São organizações privadas que descumprem leis e normas e aliciam agentes públicos para atuar em prol dos interesses delas: lucro, sempre e mais lucro! Mas esse assunto e os inúmeros desdobramentos podem ser tratados em artigos futuros, no clima quente das privatizações e da intencional desqualificação do papel, das funções e gestão das empresas estatais.
Fevereiro também é marcado pela retomada oficial dos debates sobre a reforma da Previdência e Seguridade Social, por meio do projeto a ser apresentado ao Congresso Nacional pelo governo de Jair Bolsonaro. Nesse mês também, o movimento sindical brasileiro, por meio da iniciativa mobilizadora das Centrais Sindicais, retoma as ações para enfrentar e atuar em relação a esse tema. No contexto das inúmeras adversidades da reforma trabalhista e dos ataques às organizações dos trabalhadores, as entidades sindicais se colocam em marcha, na luta pela manutenção de direitos laborais e sociais.
A Previdência Social e a Seguridade são direito de toda a sociedade. A disputa distributiva da produção social do trabalho se faz em vários níveis, desde o local de trabalho, passando pela categoria, pelas leis e normas e políticas públicas. A Seguridade e Previdência Social representam o maior instrumento da política pública, pois envolvem a saúde, a assistência e a previdência. São o maior gasto do orçamento (não incluindo o custo da dívida pública) com as despesas correntes. É uma questão que está no debate, com a prioridade imposta pelo mercado (setor produtivo, mobilizado pelo sistema financeiro), porque o governo prometeu cortar gastos de um orçamento deficitário. Cuidado! Para entrar nessa discussão, é preciso entender os interesses de cada ator social envolvido em cada situação.
É a cunha fiscal que impõe a prioridade da agenda. Contudo, o desafio fiscal é muitíssimo mais amplo do que a questão do propalado déficit da Previdência.
A Seguridade e a Previdência Social estão na disputa distributiva há mais de um século, junto com a pauta dos salários e da redução da jornada de trabalho. Em cada país se estruturou, especialmente no pós-guerra (1945), políticas públicas que articularam sistemas de proteção social de amplitude de tendência universal.
A Previdência Social se organizou para proteger a renda do trabalho na velhice e no infortúnio do afastamento por motivo de saúde, acidente ou morte. A inclusão contributiva de milhões criou fundos ou fluxos de vultosos recursos. Como o tempo não para e a vida segue, os contribuintes começaram a ter acesso aos benefícios pactuados e para os quais contribuíram. Aumentou, e continua aumentando, a quantidade de beneficiários.
O Sistema de Seguridade - especialmente saúde e saneamento, junto com os demais avanços da medicina e da urbanização - reduziu o número de mortes de crianças na primeira infância e fez com que a expectativa de vida crescesse. Com o aumento da longevidade, os Sistemas de Seguridade e Previdência devem se organizar para dar conta de cumprir com as funções para as quais foram criados, servindo mais pessoas e por mais tempo. A equação precisa ser permanentemente atualizada, cuidadosa e criteriosamente analisada, para que as repactuações sejam fruto de debates políticos complexos e de compromissos geracionais explícitos (direitos das atuais e futuras gerações).
Os direitos envolvidos na Seguridade e Previdência são financiados pelos resultado do trabalho social que produz a riqueza econômica. Quanto do que é produzido deve ser canalizado para financiar as políticas públicas? O que e quanto dá para fazer com os recursos arrecadados? Quanto é possível arrecadar a mais? Quantos deixam de contribuir e em quanto tempo podem ser recuperados esses recursos? Essas e inúmeras outras questões precisam estar nos debates, mobilizar propostas e instruir decisões.
A Seguridade e Previdência Social não são um problema. São um desafio civilizatório de alta complexidade, cujo objetivo deve ser construir, permanentemente, com a renda e riqueza do trabalho, a proteção coletiva para todos, de maneira universal e igualitária.
Para deliberar sobre o futuro de todos é preciso muita previdência!
Clemente Ganz Lúcio é presidente do DIEESE.

RH do Supremo contraria Bolsonaro e recomenda desconto de Imposto Sindical em folha

Uma MP, também assinada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, proíbe descontos em contracheques em favor de sindicatos e obriga o pagamento de mensalidades e contribuições aprovadas em assembleias por boleto bancário; o despacho do STF, no entanto, prevê o recolhimento na folha de pagamento
247 - O órgão de gestão de pessoas do Supremo Tribunal Federal (STF) contrariou uma medida provisória do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e recomendou o desconto de taxas sindicais nos salários dos servidores da corte.
Desde 1º de março, a MP, também assinada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, proíbe descontos em contracheques em favor de sindicatos e obriga o pagamento de mensalidades e contribuições aprovadas em assembleias por boleto bancário. O despacho do STF, no entanto, prevê o recolhimento na folha de pagamento.
Sob relatoria do ministro Luiz Fux, a matéria ainda aguarda julgamento.
Fonte: brasil247.com

Coletivos de Política Agrícola, Política Agrária, de Formação e Organização Sindical e a Comissão Nacional de Mulheres reúnem-se nessa semana em Brasília

FOTO: César Ramos

Nos dias 1 e 2 de abril, estarão reunidos em Brasília os Coletivos Nacionais de Política Agrícola, de Política Agrária e de Formação e Organização Sindical. A Comissão Nacional de Mulheres Trabalhadoras Rurais (CNMTR) estará reunida apenas nesta terça-feira (2). Essas reuniões dos Coletivos antecedem a realização do Conselho Deliberativo da CONTAG, nos dias 3 e 4 de abril de 2019.

POLÍTICA AGRÍCOLA

O Coletivo Nacional de Política Agrícola está reunido para a Oficina Nacional sobre Parcerias e Desenvolvimento Rural Sustentável – Módulo 1. A abertura foi realizada na manhã desta segunda-feira (01), em conjunto com o Coletivo Nacional de Política Agrária e contou com a presença do secretário de Finanças e Administração, Juraci Souto, da secretária de Políticas Sociais, Edjane Rodrigues, e da secretária de Mulheres, Mazé Morais

A programação conta também com avaliação da implementação do Plano Safra 2018 (Pronaf crédito, Pronaf Produtivo Orientado, Seguro, Ater), diálogo com a Unicafes sobre a integração de ações em 2018, construção de agenda comum com a Fazer, diálogo sobre possíveis parcerias com o movimento sindical com o foco na política agrícola, apresentação das ações do planejamento estratégico e encaminhamentos das atividades regionais e nacionais sobre cadeias produtivas, comercialização e parcerias de 2017 e 2018. Constam ainda na programação a avaliação da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), implementação do Cadastro da Agricultura Familiar (CAF), implementação e esclarecimentos sobre o CAEPF, apresentação da Cartilha sobre Rastreabilidade, avaliação e informes das principais políticas públicas para a agricultura familiar, entre outros informes e encaminhamentos.

“A nossa programação é extensa e traz temas importantes para a área da Política Agrícola. No entanto, essas informações não podem ficar só aqui. Respeitamos as peculiaridades da cada estado, mas é importante fazermos o debate e que essas informações cheguem às bases”, destacou o secretário de Política Agrícola da CONTAG, Antoninho Rovaris.

POLÍTICA AGRÁRIA

Depois da abertura conjunta, o Coletivo Nacional de Política Agrária entrou na sua programação específica da Oficina Nacional de Formação e Capacitação para Acesso a Terra e Políticas de Permanência no Campo. Logo no início da tarde, o grupo contou com a presença do representante da Coordenação de Implementação de Projetos de Crédito Fundiário, Márcio Ribeiro Silva. Foi um momento importante, onde todos e todas puderam questionar e tirar dúvidas quanto ao funcionamento do programa, principalmente por conta da mudança de governo.
A programação do Coletivo conta também com uma apresentação da conjuntura da situação agrária, debate sobre parcerias, sobre desafios e perspectivas para a política agrária brasileira com a apresentação de legislação e debates sobre o tema, avaliação das ações de política agrária em 2018 e planejamento para 2019, lançamento da Revista com as experiências positivas da reforma agrária, Campanha de Valorização da Reforma Agrária, entre outros assuntos.

“O nosso Coletivo tem esse desafio de vencer essa programação, de realizar bons debates e aprovar encaminhamentos para o trabalho da Secretaria Política Agrária da CONTAG e das Federações. A nossa expectativa é muito boa”, ressaltou o secretário de Política Agrária da CONTAG, Elias Borges.

FORMAÇÃO E ORGANIZAÇÃO SINDICAL

Músicas, poemas e palavras compartilhadas sobre as torturas e perseguição política contra os trabalhadores e trabalhadoras durante o período militar, instalado no Brasil após 1964 com a deposição de João Goulart, marcaram a abertura do Coletivo Nacional de Formação e Organização Sindical da CONTAG/Seminário Nacional de Aprofundamento Temático e Desenvolvimento Metodológico, que teve início na manhã desta segunda-feira (01) e vai até quarta-feira (03) de abril de 2019 em Brasília-DF.

“É preciso a gente se debruçar sobre o que significa a ditadura militar, sobretudo com um recorte voltado específico sobre a repressão conjunta de militares e latifundiários que aconteceu no campo, onde muitos homens e mulheres do campo foram perseguidos(as) e assassinados(as) porque lutavam pelo acesso a terra e por direitos sociais. Uma reflexão que nos convida a analisarmos qual o papel da Educação Popular e a disputa política e ideológico que temos que enfrentar diante do federal instalado no Brasil”, pontuou o secretário de Formação e Organização Sindical da CONTAG, Carlos Augusto Silva (Guto).

O Coletivo/ Seminário Nacional de Aprofundamento Temático e Desenvolvimento Metodológico ainda tem como objetivo discutir o Itinerário Formativo da Escola Nacional Escola Nacional de Formação da CONTAG (ENFOC) levando em consideração a finalização do processo formativo da 7ª Turma do Curso Nacional e os desdobramentos relacionados às Oficinas de Autoformação preparatórias aos Cursos Regionais. As atividades acontecerão de abril a dezembro de 2019, onde serão discutidos ainda as Oficinas de Base a serem realizadas nos Polos/regionais das Federações.

MULHERES

Também acontece terça-feira (02) e quarta-feira (01), a reunião da Comissão Nacional de Mulheres Trabalhadoras Rurais para tratar da Marcha das Margaridas 2019 e fazer um balanço das ações do 8 de março realizadas em todo o Brasil, através das Federações e dos Sindicatos filiados ao Sistema CONTAG.

Em sua 6ª edição a Marcha das Margaridas 2019 traz como lema: “Margaridas na luta por um Brasil com soberania popular, democracia, justiça, igualdade e livre de violência”. 

FONTE: Assessoria de Comunicação da CONTAG - Verônica Tozzi e Barack Fernandes